
Sua casa, seu estilo

Passear pelas lojas de decoração pode ser um suplício diante da infinidade de opções de objetos que variam da cor ao estilo. Os móveis, por exemplo, podem ser rústicos, cleans, contemporâneos, despojados... O mesmo acontece com os artefatos, cortinas e acessórios de cama, mesa e banho.
Mas dúvidas de lado, é preciso partir da premissa de que o ambiente tem grande influência sobre o bem-estar. Portanto, o objetivo das escolhas deve ser o de tornar o espaço aconchegante. E é daí que surge o conceito do 'morar bem'. O que não significa morar com luxo, mas de forma agradável e harmônica. "Nem sempre o objeto mais caro é o mais bonito", salienta o decorador Dilson Vasconcelos.
E como saber? Definir um estilo é muito importante. Aliás, para a arquiteta e decoradora Kátia Carvalho, esse deve ser o ponto de partida, apesar de não haver uma receita de bolo para isso. O ideal, segundo Kátia, é tentar ser neutra e não abusar de modismos. "Até porque não dá para ficar trocando sempre a decoração", alerta a especialista. E com razão. Mas uma coisa é certa: não precisa ser psicólogo para se criar um perfil. Segundo Dilson Vasconcelos, até consultas em revistas podem ajudar. "Elas podem educar o gosto, direcionar pra uma tendência e dar um pouco de informação", orienta. Está dada a dica, então.
Por Gilmara Moura












